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Da análise à autonomia: as três fases da Leme
Lucas Modesto · Founder & CEO · · 4 min de leitura

Deixar uma IA mexer nos seus anúncios exige confiança. E confiança não se pede: se conquista com resultado. Por isso a Leme avança em fases, e cada empresa decide quando passar para a próxima.
Fase 1: Análise
Os agentes leem as contas de Google Ads, Meta Ads e GA4, auditam a medição e enviam todo dia um e-mail com o que mudou, onde há desperdício e quais são as oportunidades.
Nada é alterado nas suas contas. É a fase de a Leme aprender como a sua operação funciona, e de você avaliar se as análises fazem sentido.
Fase 2: Agentes com aprovação
Os agentes passam a propor mudanças concretas: pausar um termo, ajustar um orçamento, redistribuir verba. Cada proposta vem com o motivo e o impacto esperado.
Você aprova com um clique, e a Leme executa, confere se a mudança foi aplicada e registra. Tudo pode ser desfeito.
Fase 3: Agentes autônomos com limites
Aqui você define a meta e os limites: teto de gasto, quanto cada campanha pode mudar por dia e o que os agentes podem ou não tocar. Dentro desses limites, os agentes otimizam sozinhos e prestam contas de tudo no relatório diário. Qualquer ação fora deles volta para aprovação.
Por que não começar direto na fase 3?
Porque otimizar em cima de dado errado é pior do que não otimizar. A primeira fase existe para garantir que a medição está certa e que os agentes entendem o negócio antes de agir.
E porque cada empresa tem um nível de conforto diferente. Há quem prefira ficar na fase 2 para sempre, aprovando cada mudança. Tudo bem: a autonomia é uma escolha sua, não uma imposição do produto.
Uma regra vale para todas as fases: não existe "sem limites" na Leme. Sempre há teto de gasto, registro de cada ação e um botão para desligar.

